# Turney Academy > EdTech brasileira 100% digital especializada em recolocação de profissionais brasileiros no mercado de trabalho remoto internacional, por meio de mentoria e consultoria de carreira. Fundada por Andressa Bordon. 1.000 clientes aprovados em mais de 25 países, com profissionais contratados por empresas como Amazon, Canonical, Revolut e Airbus. - Método Turney em seis etapas: análise de perfil e autoconhecimento; orientação profissional e oportunidades de mercado; CV e cover letter em padrão internacional; LinkedIn e busca estratégica de oportunidades; networking estratégico; entrevistas, autopromoção e negociação. - Atende profissionais de tecnologia e de áreas corporativas tradicionais (finanças, operações, RH, marketing, jurídico, saúde, comércio exterior). - Mentoras: Andressa Bordon (fundadora e CEO) e Amanda Dutra, com carreiras construídas entre Brasil, Hungria, Alemanha, Portugal e Irlanda. - Aplicação para mentoria e consultoria: https://form.respondi.app/vcr2DY9K?utm_source=siteturney ## Páginas principais - [Mentoria de carreira remota internacional](https://www.turneyacademy.com/): método, resultados, depoimentos, perguntas frequentes e aplicação. - [Blog](https://www.turneyacademy.com/blog): guias práticos sobre carreira remota internacional. ## Guias - [Por que é importante ter um LinkedIn de destaque (e o que ele mostra ao recrutador)](https://www.turneyacademy.com/blog/por-que-ter-um-linkedin-de-destaque): Porque o LinkedIn é a primeira prova de que você sabe se vender. Para o recrutador, um perfil bem construído mostra que você reconhece os próprios talentos e habilidades e consegue comunicá-los com clareza, exatamente o que vai precisar fazer na entrevista e no trabalho remoto. Além disso, recrutadores buscam candidatos ativamente no LinkedIn: um perfil sem posicionamento simplesmente não aparece. - [É possível construir uma carreira trabalhando no remoto?](https://www.turneyacademy.com/blog/e-possivel-construir-carreira-trabalhando-remoto): Sim. Trabalhando remoto, é possível ser promovido, liderar times, mudar para empresas maiores e passar a receber em moeda forte. O que muda é a forma de crescer: no remoto, ninguém vê você no corredor, então o reconhecimento vem de entregas visíveis, de comunicação clara e de um posicionamento que deixa o seu valor evidente. - [Preciso morar fora para trabalhar remoto para o exterior? Os três cenários e o que muda em cada um](https://www.turneyacademy.com/blog/trabalhar-remoto-para-o-exterior-morando-no-brasil-ou-fora): Não. É possível trabalhar remoto para empresas do exterior morando no Brasil, morando em outro país ou voltando ao Brasil depois de uma temporada fora. O que muda entre os cenários não é a possibilidade, e sim as regras: autorização de trabalho, fuso horário, modelo de contratação e onde você paga impostos. - [Entrevista em inglês para vaga remota: as perguntas mais comuns e como responder](https://www.turneyacademy.com/blog/entrevista-em-ingles-vaga-remota-perguntas-e-respostas): Entrevistas em inglês para vagas remotas costumam girar em torno de cinco perguntas: "Tell me about yourself", "Why do you want to work here?", perguntas comportamentais sobre experiências passadas, perguntas sobre trabalho remoto e expectativa salarial. Quem prepara essas respostas com antecedência, usando exemplos concretos com situação, ação e resultado, chega muito mais seguro, mesmo sem inglês perfeito. - [Vaga remota internacional para quem não é de tecnologia: áreas que contratam e como migrar sem começar do zero](https://www.turneyacademy.com/blog/vagas-remotas-internacionais-para-quem-nao-e-de-tecnologia): Sim, existem vagas remotas internacionais para quem não é de tecnologia. Operações, finanças, recursos humanos, marketing, customer success, jurídico, comércio exterior, saúde e gestão de projetos contratam brasileiros de forma consistente. O caminho mais rápido raramente é recomeçar do zero: é reposicionar a experiência que você já tem para o cargo equivalente no mercado internacional. - [Aplico para vagas internacionais e não recebo retorno: 7 motivos e como resolver](https://www.turneyacademy.com/blog/aplico-para-vagas-e-nao-recebo-retorno): Quando você aplica para vagas internacionais e não recebe retorno, a causa quase nunca é falta de competência. Os motivos mais comuns são sete: currículo barrado pelo ATS, vagas que não aceitam candidatos do Brasil, posicionamento genérico, LinkedIn invisível para recrutadores, nível de senioridade desalinhado, currículo que lista tarefas em vez de resultados e dependência exclusiva do botão "aplicar". Todos têm correção. - [Como receber salário em moeda forte morando no Brasil: os caminhos legais](https://www.turneyacademy.com/blog/como-receber-salario-em-moeda-forte-morando-no-brasil): Existem três caminhos legais e consolidados para receber salário em moeda forte morando no Brasil: atuar como prestador de serviço internacional (o modelo contractor, geralmente por meio de uma empresa própria), ser contratado por meio de uma plataforma de contratação global ou ser contratado por uma subsidiária brasileira da empresa estrangeira. - [Quanto ganha um brasileiro trabalhando remoto para empresa do exterior (por área e senioridade)](https://www.turneyacademy.com/blog/quanto-ganha-brasileiro-trabalhando-remoto-para-o-exterior): Um brasileiro trabalhando remoto para empresa do exterior costuma ganhar entre US$ 2.000 e US$ 6.000 por mês nas faixas iniciais e intermediárias, com profissionais sêniores e de áreas técnicas ultrapassando esse patamar. Entre os clientes da Turney Academy, é comum ver salários de 2 a 5 vezes maiores do que os recebidos antes no Brasil. - [Como funciona o ATS: por que seu currículo pode estar sendo descartado sem ninguém ler](https://www.turneyacademy.com/blog/como-funciona-ats-curriculo-descartado): ATS (Applicant Tracking System) é o software que a maioria das empresas usa para receber, organizar e filtrar currículos antes de qualquer pessoa ler. Ele lê o seu arquivo, extrai as informações, compara com a descrição da vaga e atribui uma pontuação. Currículos com formatação que o sistema não interpreta, ou sem as palavras-chave da vaga, são descartados automaticamente. - [Preciso ser fluente em inglês para trabalhar remoto internacional? O nível real que o mercado pede](https://www.turneyacademy.com/blog/preciso-ser-fluente-em-ingles-trabalho-remoto-internacional): Não, você não precisa ser fluente em inglês para conseguir um trabalho remoto internacional. Na maioria das vagas remotas abertas a brasileiros, o nível exigido na prática é o intermediário funcional, o equivalente a B1 ou B2 no quadro europeu: conseguir participar de uma reunião, escrever e-mails claros e explicar o próprio trabalho. - [Como se posicionar no LinkedIn e no currículo para vagas internacionais](https://www.turneyacademy.com/blog/linkedin-curriculo-vagas-internacionais): Para se posicionar para vagas internacionais, o LinkedIn e o currículo precisam responder em segundos a três perguntas: o que você faz, que resultados já entregou e por que serve para aquela empresa. Na prática, isso significa perfil 100% em inglês com headline focada no cargo, experiências com resultados mensuráveis e um currículo em formato internacional, compatível com ATS e adaptado a cada vaga. - [As habilidades mais valiosas para o mercado remoto internacional em 2026](https://www.turneyacademy.com/blog/habilidades-mais-valiosas-mercado-remoto-2026): As habilidades mais valiosas para o mercado remoto internacional combinam duas camadas: competência técnica na sua área, com destaque para o uso de inteligência artificial e a análise de dados, e as habilidades que o trabalho a distância exige, como comunicação escrita clara, colaboração assíncrona, autogestão e documentação. Inglês funcional multiplica o alcance de todas elas. - [Empresas que mais contratam brasileiros para trabalho remoto (e por quê)](https://www.turneyacademy.com/blog/empresas-que-contratam-brasileiros-remotamente): Empresas americanas, canadenses e europeias contratam brasileiros remotamente por três motivos principais: fuso horário compatível, qualidade técnica com custo competitivo e boa adaptação a times multiculturais. Os setores que mais contratam são tecnologia, dados, customer success, design, marketing, finanças e operações, e as vagas aparecem no LinkedIn, em plataformas focadas em América Latina e nas páginas de carreira das próprias empresas. ## Perguntas frequentes - Preciso ser fluente em inglês para começar? Geralmente, o inglês intermediário já é suficiente para a maioria das vagas remotas internacionais. O mercado valoriza quem sabe se comunicar e, principalmente, se vender. E o idioma evolui rápido quando passa a fazer parte da sua rotina de trabalho. - Funciona para quem não é da área de tecnologia? Sim. Tecnologia tem alto volume de vagas, mas finanças, operações, customer success, marketing, design e gestão de projetos contratam brasileiros remotamente de forma consistente. Grande parte dos nossos clientes vem de carreiras corporativas tradicionais, e não apenas da área de tecnologia. - Preciso morar fora do Brasil? Não necessariamente. Já tivemos muitos clientes cujo objetivo era também mudar de país, outros que moravam fora e queriam continuar fora, e outros que queriam voltar ao Brasil continuando a ganhar em moeda forte, trabalhando remotamente. - Como recebo em moeda forte trabalhando do Brasil? Existem caminhos estabelecidos e legais: contratação como prestador de serviço internacional, plataformas de contratação global como Deel e Oyster, e estruturas específicas que orientamos caso a caso dentro da mentoria, de acordo com o tipo de vaga e de empresa. - Quanto tempo leva para conseguir uma recolocação internacional? Depende de vários fatores. Temos mentorados recolocados em menos de três meses. O que aceleramos é a ordem certa dos passos, que evita os meses perdidos em candidaturas e ações genéricas. - Como funciona o acompanhamento da Turney? Trabalhamos com mentoria em grupo e com acompanhamentos individuais. Como cada trajetória é diferente, o formato ideal é indicado pelo nosso time depois de analisar a sua aplicação: perfil, momento profissional, experiência, objetivos e potencial de mercado. - Já tenho muitos anos de carreira. Não é tarde para migrar para o remoto internacional? É o contrário: o mercado internacional paga por senioridade e experiência comprovada. Profissionais com 10, 15 ou 20 anos de carreira costumam ter muito mais habilidades transferíveis do que imaginam. O que falta, na maioria dos casos, é posicionamento, não competência. - Vocês garantem que vou conseguir uma vaga? Não, e desconfie de quem garante. O que entregamos é método, orientação e as ferramentas que aumentam consistentemente as suas chances: posicionamento claro, materiais de candidatura de padrão internacional e estratégia de aplicação. O resultado é construído em conjunto, e exige dedicação: você precisa ser a pessoa mais comprometida com a sua carreira. ## Contato e redes - Instagram: https://www.instagram.com/turneyacademy/ - YouTube: https://www.youtube.com/@TurneyAcademy - LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/turneyacademy/ - Instagram de Andressa Bordon: https://www.instagram.com/andressabordon/